Renegociação de Dívidas
Reorganizar dívidas em atraso ou insustentáveis em novas condições de prazo, taxa e parcela.
Para quem: Clientes com contratos em atraso ou parcelas incompatíveis com a renda atual.
Visão geral
Prazo típico
Conforme acordo — tipicamente 12 a 72 meses
Garantias usuais
Conforme contrato original e política do banco
Forma de pagamento
Nova parcela fixa; pode incluir entrada e/ou carência
Exemplo ilustrativo — condições reais dependem da análise do banco.
Taxa (a.m.)
2,60%
CET (a.a.)
41,2%Exemplo ilustrativo. Condições variam conforme o contrato original, o tempo de atraso e a política vigente.
Quando faz — e quando NÃO faz — sentido
- •A parcela atual não cabe mais na renda e o atraso está acumulando encargos
- •Trocar várias dívidas caras por um único compromisso sustentável
- •Retomar o controle com um plano realista, mesmo que mais longo
- •Aceitar qualquer proposta apenas para 'limpar o nome' sem verificar se a nova parcela cabe na renda
- •Renegociar e manter o padrão de gastos que gerou o desequilíbrio
- •Alongar prazo sem necessidade, elevando muito o custo total
Riscos a considerar
- Nova parcela incompatível com a renda leva a novo atraso, agora com menos alternativas
- Alongamentos sucessivos aumentam muito o custo total
- Descumprir o acordo pode cancelar descontos concedidos
Conceitos importantes
Perguntas frequentes
Renegociar 'suja' meu histórico?
Renegociar é um direito e um movimento de responsabilidade. O registro do acordo existe, mas cumprir o combinado reconstrói o relacionamento de crédito — o oposto de deixar o atraso crescer.
Como saber se a proposta é boa?
Verifique três coisas: a nova parcela cabe com folga na sua renda atual? O custo total do acordo está claro? Existe alternativa com entrada que reduza os juros? Compare sempre mais de um cenário antes de aceitar.
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Conteúdo atualizado em 2026-07 · Exemplos ilustrativos — condições reais dependem da análise do banco.
